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  • DATAEstreou a 24 de Junho de 2014
  • HORÁRIO21:30
  • MORADASala Estúdio do Teatro da Rainha | Rua Vitorino Fróis - junto à Biblioteca Municipal - Largo da Universidade | Edifício 2 | 2504-911 Caldas da Rainha

Ficha Artística

Direcção | Fernando Mora Ramos
Dramaturgia prévia/Leitura do texto | Isabel Lopes
Assessoria Artística/Corpo, voz e texto | Carlos Borges
Música e Banda Sonora | Carlos Alberto Augusto
Música do tempo de Camões | Segréis de Lisboa
Apontamento cenográfico | Fernando Mora Ramos com Filipe Lopes
Desenho de Luz | Carina Galante
Caracterização | Paulo Calatré
Guarda Roupa | Teatro da Rainha
Organização | Ana Pereira e Fernando Mora Ramos
Adereços | Júlio Silva
Interpretação | Ana Loureiro, Beatriz Figueiredo,
Carina Guerreiro, Cibele Maçãs, Daniela
Marques, Daniela Pais, David Sousa, Davide
Rebelo, Eduarda Santos, Marta Taveira,
Mihaiela Manole, Mónica Antunes, Neuza
Monteiro, Ricardo Pereira, Rita Vicente.

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Ficheiro em PDF

Exercício – espectáculo dos finalistas do curso de interpretação do Colégio Rainha D. Leonor

O estágio curricular dos alunos do 12º ano do Curso Profissional de Interpretação do Colégio Rainha Dona Leonor, decorre no Teatro da Rainha, companhia com forte componente formativa, resultando na apresentação do espectáculo-exercício «Comédia de Rubena», de Gil Vicente, dirigido por Fernando Mora Ramos.
Quinze jovens intérpretes, em formação num contexto profissional, a criar um exercício-espectáculo com o apoio de toda a equipa do Teatro da Rainha – desde a leitura do texto, a trabalho de corpo e voz, construção de cenografia e figurinos, contra-regra, desenho de luz e música, desdobraram-se em mais trinta personagens que dão vida a esta Comédia, escrita em 1521.

A Comédia de Rubena

Rubena, uma adolescente, filha de clérigo, engravida de um cónego. A situação é insustentável, nem a criada Benita a ajuda. Uma parteira chamada em urgência aconselha que seja a feiticeira a resolver o parto, a criança está “muito alta” ainda. A feiticeira convoca o colectivo de diabretes para levar Rubena a parir fora de perigo, mas esta morre e sobrevive a filha, Cismena. Cismena nasce sem mãe, nem pai, e cresce no campo, pastorinha entre pastorinhos, depois de um primeiro momento em que a feiticeira e uma ama de leite, lhe dão vida.
Duas fadas prognosticam-lhe um futuro difícil mas com fim feliz assegurado, será herdeira, em Creta, de uma senhora com grande fortuna. De deserdada Cismena torna-se rica. Com a sua Clita, a criada, decide dedicar-se a uma vida
casta. Eis que aparece a falsa beata instigando-a a descobrir os prazeres do corpo, que melhor é a vida com
companhia que sem ela, que siga os prazeres . Mas Cismena é determinada e resiste às propostas dos três pretendentes, Felício, Dário Ledo e um velho rico. Eis quando, vindo de onde ninguém sabe, aparece um Príncipe da Síria. As lavrandeiras reais dão o seu aval, Cismena não pode negar-se a este, nobre e puro, apaixonado. E casam e a peça tem um fim feliz. Se tiveram filhos, não sabemos, Gil Vicente nada nos diz.