Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
Slider Image
  • Teatro Nacional São João - PortoDe 13 a 27 de Março de 2015
  • Teatro D. Maria II - LisboaDe 10 a 19 de Abril de 2015
  • Centro Cultural e de Congressos - Caldas da Rainha29 e 30 de Abril de 2015

Ficha Artística

Tradução | Isabel Lopes
Encenação | Fernando Mora Ramos e Nuno Carinhas
Cenografia e Figurinos | 
Nuno Carinhas
Desenho de luz | 
Nuno Meira
Desenho de som | Francisco Leal
Interpretação | Alberto Magassela, Alexandre Calçada, Carlos Borges, Catarina Lacerda, Fernando Mora Ramos, Ivo Alexandre, Joana Carvalho, José Carlos Faria, Lígia Roque, Maria Quintelas, Paulo Calatré, Paulo Moura Lopes e os figurantes Fábio Costa, Isamar, Luís Santiago, Olga Dias, Pedro Nogueira, Tiago Moreira

Ver Programa
Ficheiro em PDF

Ensaísta e dramaturgo, pensador e fazedor, Jean-Pierre Sarrazac imagina o autor de teatro contemporâneo “como alguém que dorme em pé e que sonha tornar-se velador do mundo real”. O Fim das Possibilidades, peça que vem reescrevendo desde 2012, dá o corpo a este manifesto. Começa “no mais baixo dos céus”, onde Deus e Satã arquitetam uma “solução final” para resolver um “problema sistémico”, nome de guerra para a crise que decretou o fim do futuro. E avança por dentro da cabeça de João Baptista – J.B. para os amigos –, um Job moderno sem job que vê chegar, no pesadelo de uma noite, um presente sem presença de vida. Vencido com orgulho de vencedor, J.B. é um sonhador-construtor de resistências, e a resistência é aqui a última possibilidade humana. Entre jogos de sonhos, cruzando a alegoria com o teatro do quotidiano, implantando o fantástico no coração do real, esta “fábula satânica” projeta um retrato tragicómico e grotesco da era de todas as incertezas – a nossa. O Fim das Possibilidades conquista o palco em orgulhosa estreia mundial, resultado do esforço conjunto do TNSJ e do Teatro da Rainha, numa encenação partilhada pelos respetivos diretores artísticos, Nuno Carinhas e Fernando Mora Ramos. Afinal, o teatro é o espaço e o tempo onde nos podemos encontrar para reunir forças. E sonhar coletivamente com o fim e o princípio de todas as possibilidades.

Coprodução Teatro Nacional de São João e Teatro da Rainha